Usuários de redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter fazem ameaças e apologia a perseguição a classe LGBT, xingando e propondo perseguição, agressão e assassinato.

Que a LGBTfobia existe no Brasil e no mundo, isso não é novidade para ninguém, mas recentemente um ódio exagerado vem sido notado, em especial, nas redes sociais.
Falar sobre o que se pensava com relação aos LGBTs era meio que um tabu. As pessoas diziam não ter mais preconceito e pareciam estar lidando bem com o avanço que a comunidade estava tendo com relação a criminalização da homofobia e a conquista de direitos na sociedade. Com a candidatura de Bolsonaro, algumas pessoas que o seguem vem demonstrado um certo desvio de caráter onde foi se perdendo o filtro do que se pode ou não pode falar.
Ameaças a LGBTs, negros, estrangeiros e nordestinos, em especial nas redes sociais, vem sido cada vez mais comuns. O que mais vem espantado é o nível do ódio que cai sobre a comunidade LGBT, já que ele também vem das minorias (estrangeiros, negros, nordestinos e etc).
Em redes sociais, jornais e na TV temos visto casos de xingamentos, pedradas, socos, chutes e tiros contra a comunidade que sofre e teme por sua vida.

A seguir temos o desabafo em uma rede social de um jovem homossexual que foi vítima de um ataque de homofobia em sua escola no Rio de Janeiro.

A verdade é que esse ódio sempre existiu, mas às pessoas tinham medo e receio de expressa-lo. Quando viram alguém que compactuava com a mesma opinião, sentiram-se livres e no direito de dizerem o que realmente pensavam, com a certeza da impunidade.

A seguir temos alguns prints dos ataques feitos por usuários de redes sociais onde não fazem mais questão de esconder quem são. 

Triste ver onde o ódio está nos levando. Vamos ter fé de que a população vai acordar e que os LGBTs poderão voltar a andar na rua sem temerem por suas vidas.

Por: Douglas Duncan

(No anzol)